ali perto de onde eu actualmente costumo estar, existe uma casa, antiga e abandonada, sem vida e só. há dias, sentada à porta da minha, olhava para aquela casa, ali imóvel mas como que a querer falar-me, ela a fazer-me sinais que ignorei. não foi a única vez que fiz por não perceber os sinais, para que não me desse trabalho viajar até lá. hoje, estive sentada à porta, de olhos colados na casa, e prometendo a mim mesma que não iria recusar o eu próximo sinal. até que a porta da casa se abriu,e como prometido, assim fiz! com um pouco de medo entrei: cartas, montes de correspondência por abrir, outra abertas, bocados de algumas que outrora o tinham sido. depressa peguei em várias e reparei que todas tinham algo em como: os nossos nomes, ora eu como remetente ora logo depois destinatário. eram antigas conversas nossas, da quais maior parte nem me lembrava. não tive coragem de abrir as cartas seladas em que eras tu o remetente e apressei-me a sair dali.. estou exactamente agora sentada na porta a pensar na viagem e no que consigo concluir: a casa que julgava abandonada está mais que viva, tem mais que do a força necessária para voltar a ser habitada. e caso percebas a figuração desta carta: eu estou na porta ao lado.
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14 agosto 2010
ali perto de onde eu actualmente costumo estar, existe uma casa, antiga e abandonada, sem vida e só. há dias, sentada à porta da minha, olhava para aquela casa, ali imóvel mas como que a querer falar-me, ela a fazer-me sinais que ignorei. não foi a única vez que fiz por não perceber os sinais, para que não me desse trabalho viajar até lá. hoje, estive sentada à porta, de olhos colados na casa, e prometendo a mim mesma que não iria recusar o eu próximo sinal. até que a porta da casa se abriu,e como prometido, assim fiz! com um pouco de medo entrei: cartas, montes de correspondência por abrir, outra abertas, bocados de algumas que outrora o tinham sido. depressa peguei em várias e reparei que todas tinham algo em como: os nossos nomes, ora eu como remetente ora logo depois destinatário. eram antigas conversas nossas, da quais maior parte nem me lembrava. não tive coragem de abrir as cartas seladas em que eras tu o remetente e apressei-me a sair dali.. estou exactamente agora sentada na porta a pensar na viagem e no que consigo concluir: a casa que julgava abandonada está mais que viva, tem mais que do a força necessária para voltar a ser habitada. e caso percebas a figuração desta carta: eu estou na porta ao lado.
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já tinha saudades de me colar ao ecra a ler os teus textos lindos (: e este, como todos os outros, esta lindo*
ResponderEliminaradorei a mensagem da "carta" *-*
blog brutal!
ResponderEliminarpassa pelo meu e vê se curtes :)
se houver algo que não curtas diz, conselhos são mais do que bem-vindos!
queres seguir-me? :D é que dava um jeitão! :D mesmo!
continua