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22 abril 2009

E és «como um lugar a salvo, sem medos, sem fragilidade (...) Tão bom pudesse o tempo parar e voltar-se a preencher o vazio», porque o caminho não é longo, a concorrência não é forte.
Cabelos ao vento, orgulho no máximo, até já.

3 comentários:

  1. escreves tão, mas tão Bem Beatriz :D
    (adriana) :DDD

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  2. Às vezes era mesmo bom que as leis da natureza se quebrassem e nos fosse dada a oportunidade de mandar no tempo :)

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obrigada (a)