Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...»
(Sísifo - Miguel Torga)
(O frio impede-me de escrever, talvez até de sentir...)
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...»
(Sísifo - Miguel Torga)
(O frio impede-me de escrever, talvez até de sentir...)
Recomeça, sim.
ResponderEliminarA vida é um constante recomeço, uma procura continua, uma busca.
O pomar, os frutos, a vida.
Ooh a vida.
Um poema tão sentimental, tal emotivo, tão belo, tão bonito.
Adoro particularmente este poema.
Adoro o teu blogue.
Adoro a tua originalidade (:
tens uma facilidade...tens uma cabecinha capaz de ter uma imaginação tão linda! és capaz de impressionar uma pessoa <3
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