Terá pois chegado o dito momento em que percorremos linhas paralelas, em que a água não ousa tocar-me, nem a chuva o faz, há algo a proteger-me dela, sem eu o ter pedido. Anseio por uma intersecção de caminhos.
Quero que naquele ponto comum a água me toque e então eu possa absorvê-la (por completo), naquele ponto de olhar nos olhos e clarificar sentimentos, o mesmo ponto em que os nossos caminhos se tornam paralelos coincidentes. (…)
(...) A água, a água continua a afastar-se, a chuva nem me toca, os caminhos ainda são os mesmos, estritamente paralelos.
Tudo muda, tudo se mantém, a luta e a força ficam, juro que ficam.
[uma pequena mudança para mais sentido fazer(a)]
Escreves tão bem meu amor :D
ResponderEliminargosto tanto dos teus textos
+.+
és tu que escreves isto lindinha?
ResponderEliminarMárcia